sábado, 30 de julho de 2016

Um terço dos atletas brasileiros que competirão no rio são militares


Os militares farão a segurança nas ruas da cidade, reforçando a segurança do Rio de Janeiro, mas também estarão dentro das arenas disputando medalhas com um número recorde de competidores. Dos 465 atletas brasileiros classificados e que competirão em busca do ouro olímpico nos Jogos do Rio, cerca de um terço é de militares da Marinha, do Exército, e da Aeronáutica. Serão 145 militares buscando o pódio. Um padrão que está bem próximo de países como França, Itália, Rússia e China, que são referências como grandes potências esportivas com tradição de buscar talento nas Forças Armadas.

O expressivo número de atletas das Forças Armadas nos Jogos do Rio está ligado a um investimento dos militares brasileiros que começou em 2008 com o Programa de Alto Rendimento do Ministério da Defesa. As Forças Armadas miravam os Jogos Militares de 2011, disputado no Rio. A seleção para integrar o programa é feita mediante edital público, nas modalidades esportivas de interesse da Marinha, do Exército, e da Aeronáutica. A seleção é feita por prova de títulos, que envolvem currículo esportivo, resultados e ranking nacional.

Os atletas selecionados, inicialmente, frequentam um estágio básico militar por 45 dias. Em paralelo, podem continuar treinando e competindo por seus clubes e são chamados, periodicamente, a critério de cada Força, para uma reciclagem de instrução militar.



Fonte:oglobo 

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Comando do 3º Distrito Naval inaugura nova sede

Moderna, funcional, confortável e ambientalmente sustentável. Essas são as características da nova sede do Comando do 3º Distrito Naval (Com3ºDN) inaugurada em cerimônia realizada no dia 25 de maio de 2016, com a presença do Comandante da Marinha, Eduardo Bacellar Leal Ferreira. O novo endereço é na Rua Cel. Flamínio, S/N, Santos Reis, Natal/RN.
Após Revista à tropa e canto do Hino Nacional, foi realizado o enclausuramento de uma “Cápsula do Tempo”, ao pé do mastro principal. Trata-se de um recipiente especialmente preparado para armazenar objetos e/ou informações com o objetivo que eles possam ser encontrados e utilizados pelas gerações futuras. Na cápsula foram depositados: jornais do dia, uma revista semanal de grande circulação, fotografias deste momento histórico, moeda corrente, relação nominal de todos os oficiais, praças e servidores civis que servem no Comando do 3º Distrito Naval neste dia, foto da tripulação, exemplares de informativos da Marinha, informativo “O Cabra da Peste”, emitido pelo Com3ºDN, fotografias da construção desta sede, além de uma mensagem deixada para os futuros marinheiros. A cápsula deverá ser aberta em 25 de maio de 2046.
O Comandante da Marinha, acompanhado do Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante de Esquadra Airton Teixeira Pinho Filho; do Comandante de Operações Navais, Almirante de Esquadra Sérgio Roberto Fernandes dos Santos e do Comandante do 3º Distrito Naval realizaram o descerramento da placa de inauguração das novas instalações e desataram o laço da fita. 
Fonte: Marinha Do brasil e Elias Jornalista.

sábado, 7 de maio de 2016

Gratificação para militares das Forças Armadas é ampliado

Brasília, 03/05/2016 – A presidenta Dilma Rousseff assinou decreto atendendo a uma reivindicação de mais de dez anos das Forças Armadas. A norma, publicada na edição desta terça-feira do Diário Oficial da União, foi resultado de negociação conduzida pelo ministro da Defesa, Aldo Rebelo, e ajusta critérios para a concessão da gratificação de representação a militares do serviço ativo das Forças Armadas que forem deslocados para emprego operacional, em especial, em atuação nas fronteiras e em operações de Garantia da Lei da Ordem (GLO). Com a novidade, os mais de 38 mil militares que atuarão na segurança dos Jogos Olímpicos, através de operação de GLO, já serão beneficiados.
O decreto corrige, sem impacto nas dotações orçamentárias, uma distorção. Apesar de tal gratificação já estar prevista na legislação (Medida Provisória nº 2.215-10 de 2001), militares que participavam do emprego operacional na mesma sede não eram abrangidos pelos critérios de concessão, enquanto os militares de fora da sede empregados na mesma operação faziam jus à gratificação.
"O decreto tem a grande virtude de estender aos militares que atuam na proteção das fronteiras mais remotas do Brasil o beneficio da gratificação e, também, reconhece e estende o mesmo beneficio a todos os militares que atuam em operações de GLO", afirmou Aldo Rebelo.

Antes do decreto, por exemplo, para atuar via GLO em uma região de conflito, como no caso do Morro do Alemão, no Rio de Janeiro, só recebiam gratificação de representação as tropas vindas de outros estados, enquanto militares sediados no Rio de Janeiro não eram contemplados. “É um ato de justiça e de reconhecimento aos militares”, comemorou o ministro da Defesa.

Para o secretário-geral do Ministério da Defesa, general Silva e Luna, o decreto presidencial é uma grande conquista dos militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. “Ajusta critérios e corrige distorções, particularmente, no que diz respeito ao preparo e ao emprego das tropas, o que será muito positivo porque elimina diferenças de emprego operacional e apoia o adestramento, não só em casos de emprego de tropa na mesma sede em que ela já opera, como também, em adestramentos para missões de paz e ações subsidiárias”, afirmou.


Fonte: Assessoria de Comunicação Social (Ascom), Ministério da Defesa

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Acabou o caô o ‘Ceará’ (G 30) se foi

Publicada portaria que dá baixa ao navio de desembarque-doca ‘Ceará’ (G 30) da Marinha do Brasil

Portaria de 31 de março de 2016, publicada na edição do dia seguinte do Diário Oficial da União (DOU), informou a baixa do navio de desembarque-doca Ceará (G 30) da Marinha do Brasil (MB), que deverá entrar em vigor no dia 29 deste mês.
Ceará foi recebido usado da Marinha dos Estados Unidos – USN (inicialmente por transferência, depois em definitivo) em 1989. Seu batimento de quilha deu-se em 4 de novembro de 1955, na Ingalls Shipbuilding Corp. (Pascagoula, MS – EUA), com lançamento em 21 de junho de 1956, sendo comissionado como USS Hermitage (LSD 34) em 14 de dezembro de 1956.
Descomissionado da USN em 2 de outubro de 1989, foi incorporado pela MB no dia 28 do mesmo mês.
Para saber mais sobre o Ceará e seu “navio irmão” na MBo Rio de Janeiro (G 31), ex-USS Alamo, ambos da classe “Thomaston”, clique nos links ao final (seção “veja também”). Abaixo, o texto da portaria do DOU, cuja página original de publicação pode ser acessada clicando aqui.



COMANDO DA MARINHA
GABINETE DO COMANDANTE
PORTARIA No – 118/MB, DE 31 DE MARÇO DE 2016
Baixa do Serviço Ativo da Armada do Navio de Desembarque-Doca “Ceará” e dá outras providências.
O COMANDANTE DA MARINHA, no uso das atribuições que lhe conferem os art. 4º e 19º da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, alterada pela Lei Complementar nº 136, de 25 de agosto de 2010, e o art. 26º, inciso V, do Anexo I do Decreto nº 5.417, de 13 de abril de 2005, e de acordo com o disposto na Lei nº 7.000, de 9 de junho de 1982, resolve:
Art. 1ºDar baixa do Serviço Ativo da Armada do Navio de Desembarque-Doca “Ceará”.
Art. 2ºDesignar a Empresa Gerencial de Projetos Navais para proceder à alienação do casco do ex-Navio de Desembarque-Doca “Ceará”.
Art. 3ºEsta Portaria entrará em vigor no dia 29 de abril de 2016.




EDUARDO BACELLAR LEAL FERREIRA




Fonte: http://www.naval.com.br/

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Marinha anuncia mudanças Concurso de Admissão às Escolas de Aprendizes-Marinheiros


O Concurso Público de Admissão às Escolas de Aprendizes Marinheiros 2016 vem com novidades: o ensino médio passa a ser requisito e os aprovados terão formação técnica dentro da Marinha. A data de divulgação do edital ainda será definida. Os rendimentos iniciais são de R$1.617 após a conclusão do curso. No 3º ano de marinheiro-especializado, será escolhida uma especialidade dentro da área do marinheiro, para a realização do curso de formação técnica. No termino será nomeado Cabo Especializado, com formação técnica reconhecida pelo MEC, Salário acima de R$2.500.
Na inscrição, a novidade é que o candidato deverá escolher uma entre três grandes áreas para trabalhar futuramente: Apoio, Eletroeletrônica ou Mecânica. Durante três anos, o militar atuará em uma dessas três áreas como Marinheiro Especializado. No terceiro ano, ele escolherá uma especialidade dentro da área escolhida. São elas:
 Especialidade dentro da área  no ato da inscrição são elas:
  • Eletroeletrônica: Armamento, Armamento de Aviação, Aviônica (Aviação Naval), Comunicações Interiores, Comunicações Navais, Controle Aéreo, Direção de Tiro, Eletricidade, Eletrônica, Faroleiro, Hidrografia e Navegação, Operador de Radar, Operação de Sensores de Aviação e Operador de Sonar.
  • Mecânica: Caldeiras, Carpintaria, Estrutura e Metalurgia de Aviação, Hidráulica de Aviação, Manobras e Equipamentos de Apoio de Aviação Máquinas, Mecânica, Metalurgia, Mergulho, Motores e Motores de Aviação.
  • Apoio: Arrumador, Barbeiro, Cozinheiro, Enfermagem, Escrita, Manobras e Equipagem de Aviação, Manobras e Reparos, Paiol e Sinais.
Os interessados devem ser brasileiros natos ou naturalizados, solteiros, do sexo masculino e terem entre 18 e menos de 22 anos no dia 1º de janeiro de 2017.
Com a mudança de escolaridade, a disciplina de Ciências foi substituída por Física e Química. Já Português e Matemática continuam no conteúdo programático. As demais etapas permanecerão as mesmas, como as Verificações de Dados Biográficos, de Documentos, a Inspeção de Saúde, o Teste de Aptidão Física (natação e corrida) e a Avaliação Psicológica.
O Curso de Formação contará com duas etapas: formação militar-naval como Aprendiz-Marinheiro e a novidade é que, na segunda fase, já como grumete, o aluno fará curso especialização inicial em uma das três áreas escolhidas. A duração será de 48 semanas e será realizado nas Escolas de Aprendizes Marinheiros de Florianópolis, de Fortaleza, de Recife e de Vila Velha. Durante todo esse tempo, o aluno recebe uma bolsa-auxílio de R$790.



Para maiores informações:

- Informações à imprensa: comsoc@densm.mar.mil.br
- Site: www.ingressonamarinha.mar.mil.br





Fonte: Marinha Do Brasil

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

DIFERENÇAS EXISTENTES ENTRE NAVIOS DE COMBATE E NAVIOS AUXILIARES


Os navios de guerra são classificados em navios de combate e navios auxiliares.

Os navios de combate podem ser definidos como navios destinados à ação ofensiva, sendo para isto dotado de armas capazes de infligir ao inimigo o maior dano possível. 

Navios auxiliares são todos os empregados no suprimento, manutenção e reparo dos demais navios de guerra, remoção de feridos, etc. Em geral, são designados de acordo com o emprego, há muitos tipos, alguns são adaptados. 

 O conjunto de navios auxiliares destinados ao serviço de uma força naval chama-se trem. 
Em vista dos argumentos apresentados, os navios de combate são destinados a ações ofensivas, enquanto os navios auxiliares dão apoio, de acordo com seu uso.


Foto 01: Fragata Niterói (F40)
Foto 02: NA Pará (U15) 
Fonte: Marinha Do Brasil 

Nova Especialidade da Marinha Do Brasil "SQ" (Segurança do Tráfego Aquaviário)

O Comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira, aprovou a criação de uma nova especialidade no Corpo Auxiliar de Praças (CAP): a de Segurança do Tráfego Aquaviário (STA), cujo indicativo por sigla será SQ.
A partir da nova iniciativa tomada pelo Comandante Leal Ferreira, algumas das tarefas e atividades das Capitanias dos Portos e suas Delegacias e Agências passarão a ser desempenhadas por praças de Segurança do Tráfego Aquaviário.
Principalmente aquelas relacionadas com inspeção naval, resgate e salvamento de pessoas em perigo no mar e nas águas interiores, inscrição e registro de embarcações, habilitação e cadastro de amadores e de aquaviários, fiscalização de tráfego e permanência de embarcações nas águas sob jurisdição brasileira – todas, rigorosamente, tarefas próprias de uma entidade de policiamento naval como a Guarda Costeira.
Os militares especializados em "SQ" poderão, também, atuar nos centros de Instrução (Centro de Instrução Almirante Graça Aranha e Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar), nos setores de Busca e Salvamento dos Comandos dos Distritos Navais, nos meios distritais que realizam inspeção naval e, ainda, nos setores normativos da Diretoria-Geral de Navegação, da Diretoria de Portos e Costas e da Diretoria de Hidrografia e Navegação.

Fonte: Marinha Do Brasil / Plano Brasil / Roberto Lopes

China confirma construção de segundo porta-aviões

China confirms construction of second aircraft carrierMinistério da Defesa da China confirmou que segundo porta-aviões da China está em construção. O jornal estatal Xinhua afirmou que o porta-aviões é o primeiro a ser construído "completamente por conta própria", sem o uso de um casco de fabricação estrangeira ou intensificação da assistência estrangeira.
As autoridades chinesas reivindicam direito de soberania sobre quase todo o Mar da China Meridional, baseando-se em documentos históricos e mapas antigos - uma fonte de disputas territoriais, em particular com as Filipinas e Vietnã.
No ano anterior, 2015, foi marcado por um aumento das tensões entre a China de um lado, e os EUA do outro lado. Depois do míssil teleguiado da marinha de os EUA USS Lassen navegou dentro de 12 milhas náuticas ao largo Zhubi Reef das Ilhas Nansha em 27 de outubro, os oficiais militares chineses chegou a ameaçar com a guerra se essas patrulhas viesse a acontecer novamente, pois reivindica quase todo o Mar da China Meridional
Washington acredita que essas instalações militares são uma ameaça à liberdade de navegação na área.
A China também tem relações tensas com o Japão sobre questões de soberania no Mar da China Oriental.
Pequim e Tóquio disputam o controle das ilhas Senkaku, administradas pelo Japão, mas reivindicadas pela China sob o nome de Diaoyu
Ainda assim, com dois porta-aviões em atividade, a China vai aderir a um "clube de elite" , pois somente Índia e Itália têm dois porta-aviões ativos, enquanto que os EUA têm dez.

Imagem: A foto acima é a imagem de satélite do estaleiro em Dalian, China. O casco está sendo construído em duas partes.
Fonte: popularmechanics.com/ G1.com



Cruzador USS Bunker Hill (CG-52)

USS Bunker Hill (CG-52) é um da classe Ticonderoga a serviço da marinha dos Estados Unidos. Colocado no serviço ativo em 20 de setembro de 1986, o navio atualmente esta atracado na Base Naval de San Diego.Já participou combatendo nas guerras do Golfo, do Iraque e na recente intervenção americana nos conflitos em solo sírio e iraquiano. 
Bunker Hill foi o primeiro da classe Ticonderoga a ser equipado com o sistema de lançamento de mísseis verticais Mk. 41, substituindo o obsoleto Mk. 26, que dá mais flexibilidade e poder de fogo para disparar os mísseis balísticos BGM-109 Tomahawk. O navio também tem capacidades de combate anti-aéreo e anti-submarino. Resumindo um excelente navio com bons serviços prestados.

Fonte: http://www.navysite.de/cg/cg52.html

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Você sabe por que nunca devemos jogar água sobre óleo pegando fogo?

Bizu do Fiel de CAV da Página Marinheiro Audaz

Você sabe por que nunca devemos jogar água sobre óleo pegando fogo?
O que fazer em caso de acidente?
Suponhamos que você esquece uma panela com óleo no fogão e ela começa a pegar fogo. Em primeiro lugar, é importante que você não tente bancar o herói, e, se a coisa estiver feia, chame por ajuda!
Se a situação não for tão séria assim, não tente apagar o incêndio com água, devido ao calor intenso, a água passa do estado líquido para o gasoso quase instantaneamente, e, quando isso acontece, ela se expande e seu volume pode chegar a ser cerca de 2 mil vezes maior do que o anterior. Isso acaba forçando a chama que se encontra na superfície a subir, além de provocar uma “oxigenação” do óleo, resultando na enorme explosão de fogo. Em vez disso, desligue o fogão e, se possível, tente cobrir as chamas com a tampa da panela ou uma assadeira. Outra opção seria jogar sal ou fermento sobre o fogo, já que o primeiro ajuda a absorver o óleo e o segundo interrompe o fornecimento de oxigênio na reação. Por outro lado, nunca use farinha, leite ou açúcar, já que essas substâncias podem piorar as coisas. Além disso, você também pode usar um pano ou toalha molhados — e bem torcidos — grandes o suficiente para cobrir a panela.
Espero ter ajudado, Até o próximo bizu do Fiel de CAV da Página.
Abraços...
‪#‎CP‬ ‪#‎CBINC‬ ‪#‎ControleDEAvarias‬ ‪#‎FielDeCAV‬ ‪#‎CAAMLMarinhadoBrasil‬‪#‎CentralDoCAV‬ 



FONTE(S) The Royal Institution Channel/Dr. Peter Wothers, wikiHow/Diêgo Cabó

ALGUMAS EXPRESSÕES CORRIQUEIRAS NA MARINHA DO BRASIL

 Apresento algumas expressões mais usadas na Marinha do Brasil. Muitas delas já se incorporaram ao linguajar diário do povo brasileiro.
A bordo: estar na embarcação, ou na Organização Militar de Terra. 
Acochado: alguém protegido. 
Afogado: marinheiro que ainda não aprendeu a nadar. 
Apagado: pessoa devagar, lerdo de raciocínio. 
Apaisanado: militar com atitudes de civil. 
À pampa: estar de qualquer jeito, muito à vontade. 
A pé de galo: alerta, de plantão. 
Apertar a voga: determinar rigidez nas ações de trabalho.
Arrêgo!: demonstrar insatisfação.
Atracado: ligado, atento.
Bailéu: cadeia.
Baixar terra: sair do navio, sair do quartel.
Bizu: dica, receita de trabalho.
Boca-preta: dedo-duro.
Bola-sete: alguém que vive errando frequentemente.
Boysinha: mulher direita, de família, confiável.
Boyzinha melhorada: mulher bonita, atraente.
Bravo Zulu!: excelente! O parabéns de Marinha.
Cabação: inexperiente.
Cachorro chora (tá): algo mal feito ou em más condições.
Campanha: companheiro de pelotão, de farda.
Cara safo: alguém esperto, que resolve tudo.
Catreva: mulher que se oferece facilmente ao marinheiro.
Carne monstro: carne cozida, com aspecto estranho.
Caveira: Empréstimo.
Chaleira: baba-ovo, puxa saco.
Chão: qualquer ambiente fora do navio, fora da OM.
Chave de cadeia: tarefa que pode causar problema.
Chutar:  trapacear, desacatar ordem.
Cocha: favorecimento, ajuda.
Dar um sentido, cobrir!: arrumar uma mesa, um compartimento.
Dar volta: mudar de idéia; cancelar uma atividade.
De agarra: algo largado por aí, ou feito de qualquer jeito.
De mulher: alguém que gosta de mulher.
De piru: alguém que gosta de homem
De pau (estar de): estar de serviço.
Despreparado: alguém que não consegue desenvolver uma função.
Dispensado: algo não desejado, sem atrativo.
Emoção zero: manter-se calmo, indiferente.
É o que marca!: expressão que indica uma faina a ser executada.
Escamado: preguiçoso, que não gosta de faina.
Estaleiro: enfermaria.
Está pegando: indica problema.
Etapa: vez (na minha etapa: na minha vez). 
Faina: tarefa.
Faxina: qualquer tipo de faina.
Fazer guerra: implicar, caçoar.
Fazer ombro arma: levar alguma coisa de alguém, sem avisar.
Ferro: âncora.
Gateira: bolsa de levar roupa.
Gateiro/Miau: Aquele militar que levar algo de bordo sem permissão.
Geral de Bravo: convocação geral, para todos.
Granada: almôndegas.
Guerra: brincadeira, caçoagem.
Içado: Ferrado/ marinheiro preso no quartel, para faxina.
Jacuba: suco, refresco de Marinha.
Lombar: Dormir 
Macaquinho no cipó: macarrão com carne moída.
Malhado: alguma coisa ou alguém despreparado, ruim.
Manobra: ação com habilidade.
Maré: tudo tranqüilo.
Marear: enjoar (no navio).
Mel de coruja: limpeza rápida de um ambiente, arrumação.
Melhorado:Coisa boa / boa comida (picado melhorado).
Miquimba: mulher que se oferece facilmente ao marinheiro.
Mulher de Cabo velho: bucho.
Mulherio: mulheres, em geral.
Óleo a bordo: obstáculo, dificuldade.
Onça: estar na onça (estar em dificuldade); Safa onça: (problema resolvido).
Pagar: servir alguma coisa ou arrumar faina para alguém.
Pata de elefante: hamburguer.
Patão: marinheiro que fica na faxina do fim de semana.
Pau-é-pau!: indica que o serviço deve ser dado na marca.
Pegou!: quando algo saiu errado.
Pega nada!: tudo safo, sem problemas.
Pega tudo, mas não pega nada!: tudo sob controle.
P. S.: problema social, dificuldade.
Picado: comida.
Pode ir: algo ou alguém dispensado, desagradável.
Quincas: marujo que não gosta de mulher.
Rancho: almoço, jantar.
Rebarbado: que questiona muito, que não pessoa difícil de se lidar.
Rebu na zona: tipo de cozido.
Remar: trabalhar, produzir, ser dedicado ao serviço.
Rolo de japona: confusão, geralmente administrativa.
Rosca fina: alguém que pressiona, que cobra o pronto. 
Safar-se: resolver seu problema.
Sandália de chinês: filé de peixe, frito.
Soco: gandaia, ir para o soco (divertimento).
Tocar barata voa: criar certas confusões de idéias; atrapalhar o curso normal de uma situação; desorganizar.
Tocar Marinha: fazer valer a sua antiguidade, mostrar-se superior.
Trocar de pau: inverter o dia de serviço.
Urubu!: azar, dane-se!
Velha guarda: militar antigo.
Vencer: ter direito a alguma coisa.
Vibrador: alguém com garra, com vontade.